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Klaus H. G. Rehfeldt |
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Produced by Rapha Costa. |
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As atividades desenvolvem-se nas seguintes áreas principais: |
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A) prevenção de drogas A) Prevenção de Drogas A atuação na prevenção de drogadicção iniciou-se em fins da década de ’80, inicialmente limitada à dependência do álcool. Com a crescente pluralidade das droga-dependências nas mesmas pessoas e a conseqüente abordagem conjunta das dependência, esse campo de atividades acabou cobrindo as dependências químicas na sua totalidade. No princípio, os programas de prevenção focavam especificamente o ambiente empresarial, baseados na experiência profissional adquirida em administração de empresas. A fundamentação para esse trabalho ficou constituída pelo livro “Álcool de Trabalho” (1989, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’). No desenvolvimento desse trabalho surgia uma faceta complementar desse trabalho no atendimento de familiares, colegas de trabalho e outros convivas de dependentes de álcool, levando à publicação do livro “...Ele (ou Ela) É Alcoólatra! – O Que Fazer?” (1995, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’). Numa participação de quase 15 anos no COMEN (Conselho Municipal de Entorpecentes) de Blumenau – SC. Além de proporcionar a oportunidade de participar na elaboração e implantação de políticas públicas antidrogas, trouxe um maior envolvimento com atividades preventivas no âmbito escolar. A repetida constatação de uma generalizada dificuldade por parte de pais e educadores de desenvolver um diálogo sobre drogas com seus filhos e alunos deu origem a uma pesquisa realizada entre pré-adolescentes e adolescentes em busca da identificação das razões e convicções que inibem ou impedem os mesmos a consumir drogas. Os resultados, devidamente interpretados e analisados, encontram-se publicados no livro “Eu Gosto de Mim!” (2006, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’) para servir de ferramenta numa prevenção menos atemorizante e mais educativa junto a esses jovens. Com o objetivo de meramente informar o adolescente de maneira objetiva e acessível sobre drogas e assuntos relacionados a elas quando ele mesmo busca suas informações surgiu um livro “Drogas” (2006, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’) que, ao mesmo tempo, está disponível no formato de 12 + 1 cadernos (12 para o adolescente e 1 para os pais). Vários anos de coordenação de um grupo de ajuda mútua “Amor Exigente”, principalmente dedicado a ajudar familiares de dependentes (bem como pessoas de outros desvios comportamentais), contribuíram para uma constante atualização relativa às contínua mudanças observadas em torno do assunto `drogas` e seus desdobramentos. O problema das dependências químicas cresce, as dúvidas e incertezas aumentam, e a necessidade de dedicação a esse campo é cada vez maior! Podemos ajudar? Sim, mas não basta apenas querer ajudar – é preciso saber faze-lo correta e adequadamente para produzir resultados eficientes! |
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B) Consultoria e Pesquisa Alicerçado na formação acadêmica nos cursos de Ciências Econômicas e Serviço Social e uma vida profissional no campo da administração empresarial nas áreas industrial, comercial e de prestação de serviços ergueu-se um conjunto de conhecimentos suficientemente grande a permitir que uma sempre renovada curiosidade brote e dê motivo e causa à busca de respostas. De nada valem a curiosidade, a busca de respostas e o conhecimento se não puderem ser compartilhados com os outros e, pelo menos, servir de semente a novas curiosidades, novas buscas de resposta e novos conhecimentos. Este desafio, conjugado com o acesso a um imenso acervo de informações existente no espaço lingüístico anglo-saxônico e com a experiência adquirida numa longa e diversificada vida profissional, move o desenvolvimento de pesquisas e levantamentos, principalmente no campo do comportamento e das relações humanas. Disso resultou, além de vários trabalhos específicos de menor envergadura, a abertura de uma nova frente de trabalho na área do serviço social empresarial com base numa pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso universitário. Os resultados obtidos levaram à autoria do livro “Competência Social – No Trabalho do Futuro e no Futuro do Trabalhador” (2003, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’). Perguntas, dúvidas e incertezas cercam-nos a cada dia e muitas vezes falta apenas a disposição e o esforço para combinar a busca de conhecimentos existentes com a identificação de necessidades e disponibilidades na elaboração de soluções viáveis. Novas idéias e respostas não nascem do nada, mas resultam da realimentação de conceitos existentes com novas informações! Naturalmente, a presença de inspiração e intuição é imprescindível nesse processo, conforme está abordado no livro “Será?” (2004, ver ‘Autoria e Tradução de Textos’). |
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C) Autoria e Tradução de Textos Este segmento de atividades vem se desenvolvendo nas últimas duas décadas. Ele teve início com seguidos trabalhos de tradução de material empresarial de e para os idiomas alemão e inglês. Posteriormente somaram-se a isso traduções de livros, especialmente nas áreas de auto-ajuda e infantil, e o leque de línguas passou a incluir o espanhol, eventualmente em cooperação com outros tradutores. Com relação a outros idiomas (p.ex. francês, italiano, chinês) existem relações de cooperação com tradutores qualificados nos mesmos. Em fins da década de ’80 começou a ser escrito o primeiro livro (Álcool e Trabalho, 1989) para servir de fundamentação das atividades de prevenção à dependência de álcool nas empresas (até hoje o único livro escrito sobre o assunto dentro e para o contexto sócio-cultural e trabalhista brasileiro). Seguiram-se outros cinco livros nos campos de prevenção da dependência química e da auto-ajuda e do auto-desenvolvimento (vide a página “Livros” deste site). Ao mesmo tempo foram escritos vários artigos e ensaios relacionados aos campos de atividade ou a assuntos em destaque, alguns dos quais se encontram reproduzidos na página “Ensaios / Debates” deste site. Muitos dos nossos potenciais são inviabilizados e não são explorados – e dessa maneira, amputados e descartados das nossas vidas – pela nossa própria avaliação. Quem disse que nos mesmos somos nossos melhores juizes? |
